Apesar de medidas efetivas de controle de infecções relacionadas à assistência à saúde terem sido empregadas com sucesso em países desenvolvidos e em alguns hospitais brasileiros, a grande maioria das instituições carece de recursos básicos na prevenção desses agravos.

Com base nesta problemática, este estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento e práticas dos profissionais da equipe de enfermagem que atuam em unidades de terapia intensiva em hospitais públicos de Rio Branco com relação às medidas de precauções padrão e biossegurança para prevenção e controle de infecção.

Trata-se de um estudo transversal, com abordagem quantitativa onde os dados coletados foram analisados por meio do programa STATA.

Conclui-se que o grau de conhecimento adquirido pelos profissionais de saúde é insuficiente para que possam atuar na assistência, necessitando maior embasamento para identificar riscos para infecções e assim preveni-las de maneira adequada.

 

Autor: ANDRÉ RICARDO MAIA DA COSTA DE FARO

 


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