Os autores avaliaram 183 contatos domiciliares de 99 pacientes colonizados ou infectados com MRSA para detectar os fatores de risco para sua transmissão e a contaminação ambiental.

Foram realizadas pesquisas mensais por 3 meses e a positividade ocorrer em 40% dos contactantes domiciliares. Os fatores de risco significativos para esta contaminação, comparando com os contactantes não colonizados foram: necessidade de assistência (p=0,002) e compartilhamento de toalha de banho p=0,03%). E a contaminação foi encontrada principalmente nos seguintes veículos: roupa de cama (49%), toalhas de banho (47%), cadeira (44%) e carpete (44%). Os autores concluíram que a transmissão comunitária de MRSA é relativamente comum e sem diferenças significativas se a cepa tem origem hospitalar ou comunitária, embora elas se distinguem em seu perfil de sensibilidade.

 

Fonte: Ng, Wil et cols. Community and healthcare-associated methicillin-resistant Staphylococcus aureus strains: na investigation into household transmission, risk factors and environmental contamination. Infection control and hosputal epidemiology 2017; 38: 61-67.

Resumido por: Antonio Tadeu Fernandes