O objetivo deste estudo foi avaliar a importância dos fatores de risco independente para o fracasso na inserção do cateter intravenoso periférico (CIP). Como método de estudo foi feito uma análise de dados secundários a partir de um estudo controlado randomizado do tempo de permanência do CIP. Como método estatístico foi usado The Prentice,Williams, and Peterson para identificar e comparar os fatores de risco para flebite, oclusão e remoção acidental.

O local do estudo foi em três unidades de tratamento intensivo em Queensland na Austrália. Os participantes do estudo foram 3.283 pacientes clínicos e cirúrgicos adultos (5.907 cateteres), com CIP instalado há mais de 4 dias. Pode-se concluir que a sobrevivência da CIP é melhorada quando a inserção é feita preferencial no antebraço, a seleção do diâmetro do cateter é feita de forma apropriada, e quando a inserção é feita por equipes intravenosas e outros especialistas.

Registro do Ensaio: O ensaio clínico controlado e randomizado original que deu origem a está análise secundária foi baseado no registro australiano: “Nova Zelândia Registro de Ensaios Clínicos” (http://www.anzctr.org.au; ACTRN12608000445370).

 

Fonte: Infection Control and Hospital Epidemiology, Vol. 35, No. 1 (January 2014), pp. 63-68

Resenha realizada por Thalita Gomes.


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