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Leptospirose – o que preciso saber?

O Ministério da Saúde divulgou a Nota Técnica Nº 16/2024, que “reforça estratégias para a suspeição de casos e apresenta recomendações de conduta clínica e terapêutica para a leptospirose, especialmente durante o período de chuvas e em ocasião do aumento de dengue e outras arbovirores no país”.

Vamos revisar alguns conceitos sobre essa doença?

O que é?

Leptospirose é uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo agente etiológico é uma bactéria do gênero Leptospira. É transmitida por meio da exposição à urina de animais, principalmente de ratos infectados.

 

Mas porque devemos nos preocupar com leptospirose agora?

Esta doença é endêmica no Brasil, mas torna-se epidêmica em períodos chuvosos, principalmente nas capitais e áreas metropolitanas, devido às enchentes associadas à aglomeração populacional, condições inadequadas de saneamento e alta infestação de roedores.

 

Quais são os sinais e sintomas da leptospirose?

É uma doença com manifestações clínicas variadas, possuindo quadros mais leves até mais grave comprometendo diversos órgãos.

Tem um curso bifásico, tanto a forma anictérica quanto à forma ictérica.

Possui a fase precoce (séptica), na qual há maior circulação da bactéria no sangue (leptospiremia) que dura de 4 a 7 dias com sintomas mais inespecíficos e febre bastante alta, dores musculares, acometendo com mais frequência os da panturrilha, resultando em palpação dolorosa e congestão conjuntival.

No segundo momento, na fase tardia (imune), momento em que há aumento de produção de anticorpos, na forma anictérica pode ocorrer pequenos sangramentos e na forma grave (ictero-hemorrágicas) pode ocorrer a Síndrome de Weil, com hemorragias, principalmente pulmonar, insuficiência renal e icterícia. Também pode haver comprometimento renal e pulmonar.

 

E como faço o diagnóstico?

O diagnóstico específico é feito a partir da coleta de sangue no qual será verificado se há presença de anticorpos para leptospirose (exame indireto) ou a presença da bactéria (exame direto), e o método laboratorial de escolha depende da fase evolutiva em que se encontra o paciente.

O diagnóstico diferencial deverá basear-se principalmente nos dados epidemiológicos e clínicos.

 

Existe tratamento?

O tratamento deve ser iniciado no momento da suspeita clínica, não necessitando aguardar a confirmação dos resultados laboratoriais.

A antibioticoterapia está indicada em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na 1ª semana do início dos sintomas. Na fase precoce, são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina; para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima.

 

Fontes: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/saude-reforca-recomendacoes-de-conduta-clinica-para-a-leptospirose

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/saude-reforca-recomendacoes-de-conduta-clinica-para-a-leptospirose/nota16_2024.pdf

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leptospirose/diagnostico

 

Sintetizado por Laura Czekster Antochevis

https://www.linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104/

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