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Instituto CCIH+ : Parceria permanente entre você e os melhores professores na sua área de atuação
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Trajetória de um farmacêutico clinico da CCIH ao stewardship de antimicrobianos

Aprenda com a trajetória da professora Marinei Ricieri, farmacêutico clínico pioneiro e líder na implantação e atuação dos profissionais de saúde em stewardship de antimicrobianos.

Na próxima edição do Superação, receberemos a Farmacêutica Marinei Ricieri para uma conversa sobre a trajetória do farmacêutico clínico no contexto das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e nos Programas de Gerenciamento de Antimicrobianos. A discussão abordará a importância desse profissional no combate à resistência antimicrobiana, sua contribuição para a segurança do paciente e a prevenção de infecções hospitalares. Falaremos sobre os desafios, as competências essenciais, o impacto das práticas do farmacêutico clínico no uso racional de antimicrobianos e na otimização do tratamento e cuidado ao paciente. Participe e descubra como essa carreira se desenvolve e as oportunidades que ela oferece para quem deseja fazer a diferença na área de saúde. A moderação será conduzida por Beatriz Grion, Filipe Prohaska e Tadeu Fernandes.

Principais tópicos (minutagem):

12:15 – Como foi o início da sua carreira como farmacêutica clínica? O que despertou seu interesse para atuar na área de controle de infecção hospitalar?

21:08 – Principais atividades desenvolvidas pelo farmacêutico clínico na CCIH.

28:36 – Como foi a experiência de estar entre os pioneiros na implementação de um programa de stewardship no Brasil? Quais dificuldades enfrentou na época?

39:20 – Qual a diferença entre controlar e gerenciar antimicrobianos? Como a equipe médica reagiu às intervenções do farmacêutico clínico do PSA?

48:04 – Parceria entre farmacêuticos clínicos do PSA no programa de residência médica.

51:51 – Deficiência da farmacologia na formação médica e da clínica na formação do farmacêutico.

56:13 – Contribuição do enfermeiro no PSA.

1:07:10 – Quais conhecimentos técnicos um farmacêutico clínico precisa desenvolver para atuar de forma eficaz no programa de stewardship de antimicrobianos?

1:14:54 – Na visão do farmacêutico clínico, quais informações são essenciais para iniciar uma discussão sobre o uso de antimicrobianos?

1:18:12 – Como os farmacêuticos que atuam no controle de infecção podem contribuir para o desenvolvimento de um programa de stewardship?

1:23:06 – Por que os programas de stewardship ainda não são obrigatórios como medida de lei?

1:27:46 – Encerramento. Quais são as tendências e perspectivas para o futuro do stewardship de antimicrobianos?

 

Antimicrobial Stewardship: Definição e Papel dos Profissionais de Saúde

Introdução

O uso inadequado e excessivo de antimicrobianos tem gerado um aumento alarmante na resistência microbiana, representando uma ameaça significativa à saúde pública global. Nesse contexto, o conceito de “Antimicrobial Stewardship” (AS) surge como uma estratégia essencial para otimizar a utilização de antimicrobianos e, consequentemente, melhorar os resultados clínicos e reduzir a resistência. Este artigo busca definir o que é o AS e esclarecer o papel crucial que farmacêuticos, médicos, microbiologistas e enfermeiros desempenham na sua implementação e sucesso.

Definição de Antimicrobial Stewardship

Antimicrobial Stewardship é um conjunto de práticas e intervenções sistemáticas destinadas a promover o uso adequado de antimicrobianos, com o objetivo de maximizar sua eficácia clínica e minimizar os efeitos adversos, incluindo a resistência microbiana. A AS envolve estratégias como a seleção apropriada do antimicrobiano, a dose correta, a duração adequada do tratamento e a escolha de métodos alternativos quando apropriado. Essas práticas são fundamentais para garantir a eficácia dos antimicrobianos disponíveis e para prolongar sua utilidade na terapia de infecções.

Papel dos Profissionais de Saúde na Antimicrobial Stewardship

  1. Farmacêuticos: Os farmacêuticos desempenham um papel central na AS, atuando como especialistas em medicamentos. Eles são responsáveis por revisar as prescrições de antimicrobianos, garantir a adequação das doses, monitorar interações medicamentosas e educar os profissionais de saúde e os pacientes sobre o uso correto dos antimicrobianos. Sua expertise contribui para a implementação de protocolos de tratamento baseados em evidências e para a realização de auditorias regulares sobre o uso de antimicrobianos, identificando áreas de melhoria.
  2. Médicos: Os médicos são os principais prescritores de antimicrobianos e, portanto, têm uma responsabilidade crítica na AS. Eles devem se comprometer com a prática baseada em evidências, levando em conta diretrizes clínicas atualizadas e realizando diagnósticos precisos antes de iniciar a terapia antimicrobiana. Além disso, devem ser proativos em educar os pacientes sobre a importância do uso adequado de antimicrobianos e as consequências da automedicação e do abandono do tratamento.
  3. Microbiologistas: Os microbiologistas fornecem suporte essencial na AS, realizando testes laboratoriais que identificam patógenos e determinam seu perfil de sensibilidade a antimicrobianos. Eles fornecem informações cruciais para a escolha do tratamento antimicrobiano adequado e são fundamentais na interpretação dos resultados de cultura e sensibilidade. Além disso, os microbiologistas podem contribuir para a vigilância da resistência antimicrobiana, fornecendo dados que ajudam a moldar políticas e práticas de AS.
  4. Enfermeiros: Os enfermeiros têm um papel vital na AS, pois estão frequentemente na linha de frente do atendimento ao paciente. Eles são responsáveis por monitorar a resposta dos pacientes à terapia antimicrobiana, identificar possíveis efeitos colaterais e garantir a adesão ao tratamento. Além disso, os enfermeiros podem atuar como educadores, conscientizando os pacientes sobre a importância do uso responsável de antimicrobianos e promovendo comportamentos de saúde que ajudam a prevenir infecções.

Conclusão

A implementação eficaz de Antimicrobial Stewardship requer uma abordagem multidisciplinar, com a colaboração de farmacêuticos, médicos, microbiologistas e enfermeiros. Cada profissional desempenha um papel único e essencial que, quando combinado, pode levar a uma utilização mais racional dos antimicrobianos, resultando em melhores desfechos clínicos e uma redução significativa na resistência microbiana. O comprometimento de toda a equipe de saúde é fundamental para enfrentar este desafio crescente e proteger a eficácia dos antimicrobianos para as gerações futuras.

Links Associados:

Stewardship de antibióticos e resistência antimicrobiana: https://www.ccih.med.br/stewardship-de-antimicrobianos-gerenciando-o-uso-dos-antimicrobianos-para-salvar-vidas/

MBA Gestão em Saúde e Controle de Infecção: https://www.ccih.med.br/cursos-mba/mba-ccih-gestao-em-saude-e-controle-de-infeccao/ 

 

Autores:

Beatriz Grion

https://www.linkedin.com/in/beatriz-alessandra-rudi-grion-57213315b/

https://www.instagram.com/beatrizgrion/

Recursos adicionais para alunos de nossos cursos: https://www.ccih.med.br/materiais-de-suporte-exclusivos-para-alunos-ccih-cursos/

Antonio Tadeu Fernandes:

https://www.linkedin.com/in/mba-gest%C3%A3o-ccih-a-tadeu-fernandes-11275529/

https://www.instagram.com/tadeuccih/

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