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Neste estudo os autores tiveram como objetivo determinar a porcentagem dos trabalhadores de saúde que tinham as mãos contaminadas com esporos do Clostridium difficile após cuidar dos pacientes contaminados e os fatores de risco associados com esse tipo de infecção.

Foi um estudo do tipo prospectivo em um Hospital Universitário Francês. Foi comparado a taxa de infecção das mãos entre os profissionais de saúde que cuidam de pacientes com Clostridium difficile (grupo exposto) com o grupo de não expostos.

A identificação dos esporos de Clostridium difficile foram rastreados após o uso de álcool nas mãos (esfregando os dedos e palmas das mãos) dos trabalhadores de saúde que atendiam aos pacientes com essa contaminação.

As associações entre contaminação das mãos, categoria dos trabalhadores de saúde, tipo de paciente ou ambiente, nível de risco (alto ou baixo) de contato e respectiva duração,  bem como o uso de luvas foram analisados.

Os autores concluíram que quase um quarto dos trabalhadores de saúde tem as mãos contaminadas por esporos de Clostridium difficile após atendimento aos pacientes contaminados. Essa contaminação está positivamente associada com a exposição a partículas fecais e a falta de uso de luvas. E por serem esporos, o álcool aplicado não apresenta eficácia.

 

Resenha elaborada por: Thalita Gomes do Carmo

Fonte: Infection Control and Hospital Epidemiology, Vol. 35, No. 1 (January 2014), pp. 10-15



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