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Recentemente a ANVISA liberou uma atualização sobre os Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. Para debater o que muda na rotina da CCIH, receberemos nosso mestre e coordenador, Prof. Tadeu. Moderação com Maria Tereza Dias.

Principais tópicos:
04:00 Porque seguir os critérios da ANVISA
18:00 Qual a diferença de critério epidemiológico clínico e diagnóstico?
24:00 Antes de falar sobre os critérios, quais conceitos básicos para o diagnóstico precisamos entender? Janela, DI, IPA, local de atribuição
31:00 Janela de infecção
48:00 Infecção presente na admissão
01:02:00 Cateter totalmente implantado
01:05:00 Hemodiálise
01:15 Prazo de repetição da infecção
01:25:00 Sobre a IPCS, qual a principal mudança? (não tem IPCS clínica)
01:30:00 Quais cateteres nós consideramos para os indicadores da ANVISA?
01:36:00 O valor para diagnóstico da IPCSL vem da hemocultura, mas muitos hospitais ainda fazem cultura da ponta do cateter, o que o sr acha sobre isso? Tem valor?
01:45:00 IPCS Clinicamente definida
01:49:00 Sobre a PAV, sabemos que um grande calcanhar de aquiles das instituições é a falta dos critérios para fechar diagnósticos, ou não tem raio-x, ou escalonas ATB para PAC e fala que é PAH. Como melhorar essa realidade? 01:55:00 PAV
01:58:00 As ITU representam uma boa parcela das IRAS, e muitas vezes não se tem tanta consideração da sua gravidade quanto às outras. A que o sr acredita que se deve isso?
01:58:00 Mudou alguma coisa nos critérios de ITU?
02:04:00 Lembrando que não se considera a cândida. O que o sr pensa sobre isso?



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