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A nova política de fronteiras vigente no Brasil, estabelecida pela Portaria Interministerial 661/2021, traz a adoção do comprovante de vacinação como eixo central da estratégia de redução do risco de disseminação do Sars-CoV-2 e suas variantes a partir da entrada de viajantes no país. Com a exigência desse comprovante, a tendência é que a imunização se sobreponha a outras medidas de controle de entrada no país, tornando-se o cenário natural de escolha dos viajantes.

Além da sua importância como ferramenta de saúde pública, que privilegia a proteção da coletividade, as vacinas contra a Covid-19 são ofertadas de forma gratuita à população em nível global, facilitando o acesso de grande parte das pessoas à obtenção desses imunizantes, que, naturalmente, devem se tornar a opção de escolha dos viajantes. Portanto, essa estratégia tem o poder, também, de contribuir para a ampliação da cobertura vacinal.

Aliada à comprovação de vacina, a política traz outras medidas de importância sanitária, como a testagem dos viajantes e a quarentena. Por isso, trata-se de medidas conjugadas, de caráter preventivo, para o enfrentamento e controle da Covid-19, a fim de reduzir os riscos de agravos à saúde e proteger a saúde da população.

Ressalta-se que a quarentena de 14 dias é considerada o “padrão ouro” das medidas não farmacológicas de redução dos riscos. No entanto, uma vez que o período de incubação do vírus pode variar de 1 a 14 dias, com média de cinco a seis dias, é razoável dizer que uma janela de cinco ou sete dias, para realização do teste usado para descontinuar a quarentena, evita a maior parte da transmigração subsequente da doença.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/entenda-a-importancia-da-nova-politica-de-fronteiras-do-brasil

Editado por Laura Czekster Antochevis

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