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Maraqa e colaboradores estudaram prevalência e fatores de risco para colonização e infecção por MRSA e o impacto de um programa de vigilância ativa em uma unidade de terapia intensiva neonatal, com culturas semanais por swab da narina anterior.

Pacientes colonizados foram mantidos em precauções de contato associado à coorte, para minimizar a transmissão. A taxa de colonização foi 6,74% e destes 22% evoluíram com infecção, dos quais 75% dentro de 17 dias de colonização. Os principais fatores de risco para colonização foram: duração da internação, prematuridade, baixa idade gestacional e parto gemelar.

Os autores justificaram sua intervenção para detecção precoce de portadores e a consequente introdução de precauções de barreira, para minimizar risco de transmissão via profissionais de saúde. Tenho a comentar que infelizmente o presente estudo não avalia a eficácia destas medidas na prevenção da disseminação de MRSA neste cenário hospitalar.

Fonte: American Journal of Infection Control: vol 39, pags 35-41, fev 2011

Resenha elaborada por Antonio Tadeu Fernandes para CCIH Revista

 

Revisado e atualizado por Antonio Tadeu Fernandes
para Memória CCIH



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