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Temos inúmeras datas comemorativas no mês de maio, que o fazem naturalmente ser o mês verde da esperança do controle de infecção, Do dia do trabalho (1), ao dia do técnico em enfermagem (20) passamos pelo dia internacional da higiene das mãos (5); dia das mães (9), mas quais começa o controle de infecção, pelo trabalho pioneiro de Semmelweis em 1847; dia da enfermagem (12); dia nacional do controle de infecção (15); e o vigésimo aniversário do Premio Jabuti de nosso livro. Neste boletim atualize-se, a partir de fontes confiáveis, na pandemia, controle de infecção e outras notícias importantes para saúde coletiva e nossa prática profissional.

Amamos controladores de infecção

Temos muitos motivos para transformar maio no mês da esperança verde. Vamos compartilhar em nossas publicações nas redes sociais #AmamosControladoresDeInfecção. Temos toda razão para termos orgulho de nossa atividade profissional, que a OMS diz ser prioridade para as nações e instituições de saúde, devido sua prática controlando infecções e resistência microbiana, além de participar ativamente na notificação de doenças emergentes e no controle da pandemia. Merecemos ser valorizados. Mostre para todos nossa importância profissional para a saúde da coletividade.

#AmamosControladoresDeInfecção

Programação da TV CCIH de 3 a 8 de maio

Gostaria de convidar todos os interessados a participarem das atividades da TV CCIH esta semana. Exceto o plantão no sábado, elas são abertas a todos interessados pelo link em nosso canal do YouTube.

Dia 03/05. 20 h. Encontro com professores: Efetividade e custo-benefício aplicados ao CME

  • As professoras Eliane Molina e Kazuko Graziano falam sobre a importância da avaliação econômica da atividade do CME para que as instituições valorizem e apoiem o investimento neste setor crucial.
  • Link: https://youtu.be/3XwlFWtg5rs

Dia 04/05. 20 h. SuperAção: Aplicações da medicina hiperbárica

  • Conversamos com o infectologista Ivan Silva Marinho sobre mecanismo de ação, indicações, contraindicações e cuidados adicionais da medicina hiperbárica. Moderação: Filipe Prohaska e Beatriz Grion
  • Link: https://youtu.be/bbABoVLm2Ok

Dia 05/05. 20 h. Encontro com professores: Novos critérios diagnósticos da ANVISA e do CDC

  • Recebemos nossa colaboradora enfermeira Maria Teresa Dias para discutir aplicação prática dos novos critérios diagnósticos das IRAS publicados pela ANVISA e CDC.
  • Link: https://youtu.be/Fkv9raTAfLI

Dia 06/05. 20 h. SuperAção: A pandemia valoriza de fato a enfermagem?

  • Recebemos a enfermeira Renata Pietro para discutir a atuação e valorização do trabalho da enfermagem durante a pandemia e os reflexos para profissão num futuro próximo. Moderação: Filipe Prohaska e Beatriz Grion
  • Link: https://youtu.be/i4RBDYoCO9U

Dia 08/05. 09 h. Plantão MBA: dúvidas sobre CME

  • Em atividade exclusiva aos alunos de nossos cursos os professores Kazuko Graziano e Antonio Tadeu conversarão sobre suas dúvidas relacionadas ao CME.

ANVISA: informações sobre a reunião que negou a importação da Sputnik V solicitada por dez estados

Anvisa esclarece que, primando pela máxima transparência, divulgou em seu portal as apresentações completas que as áreas técnicas da Agência fizeram sobre a vacina Sputnik V durante a reunião extraordinária da Diretoria Colegiada (Dicol) realizada na última segunda-feira, 26/4.

A Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), capitaneada pelo gerente Gustavo Mendes, apresentou o seguinte parecer técnico sobre as características físicas, químicas e biológicas da vacina:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-nao-aprova-importacao-da-vacina-sputnik-v/apresentacao-sputnik-ggmed.pdf

A Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, conduzida pela servidora Ana Carolina Moreira Marino, avaliou se as condições de fabricação demonstram que os produtos são consistentemente produzidos e controlados e se a fabricante é capaz de minimizar os riscos inerentes a qualquer produção farmacêutica:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-nao-aprova-importacao-da-vacina-sputnik-v/apresentacao-ggfis-sputnik-importacao-final-1-1.pdf

Já a Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária, sob responsabilidade da gerente Suzie Marie Gomes, abordou os aspectos de segurança da Sputnik V:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-nao-aprova-importacao-da-vacina-sputnik-v/20210426_sputnik_gfarm_uso-emergencial.pdf

Os pareceres das áreas especializadas da Anvisa embasaram os votos dos diretores que analisaram os pedidos de autorização excepcional para importação e distribuição da vacina Sputnik V. Todos os votos podem ser consultados no portal da Anvisa.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/informacoes-sobre-a-reuniao-que-negou-a-importacao-da-sputnik-v-solicitada-por-10-estados

Consulta sobre antissépticos de uso em humano: confira os resultados

Anvisa apresenta à sociedade os resultados da consulta dirigida sobre proposta de harmonização do (re)enquadramento de antissépticos de uso em humano para fins de regularização sanitária.

De 2 a 31 de março deste ano foram recebidas 25 contribuições, oriundas, principalmente, de representantes de empresas ou instituições do setor regulado pela Anvisa (15). São Paulo foi o estado que teve o maior número de participantes na consulta dirigida: 15 ao todo.

As contribuições contemplaram as seis seções do questionário eletrônico. Para se ter uma ideia dessas contribuições, na primeira seção os participantes fizeram comentários e sugestões sobre a proposta de definição para o termo técnico “antissépticos de uso em humano”. Dos 25 participantes, dez concordaram com a proposta de definição, enquanto três apresentaram contribuições para sua alteração. Os demais não se manifestaram a respeito da proposta. A última seção do questionário, referente a recomendações para a melhoria da atuação regulatória da Anvisa no (re)enquadramento dos antissépticos de uso em humano, recebeu 23 contribuições.

Todas as contribuições da consulta dirigida estão sendo analisadas e discutidas em reuniões técnicas do grupo de trabalho interno criado pela Anvisa, por meio da publicação da Portaria 566, de 21 de agosto de 2020, publicada no Boletim de Serviço da Agência.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/consulta-sobre-antissepticos-de-uso-em-humano-confira-os-resultados-1

Atualizada nota técnica sobre uso de plasma de doador convalescente

Anvisa e o Ministério da Saúde (MS) acabam de disponibilizar a Nota Técnica 33/2021, que atualiza as recomendações sobre o uso de plasma de doador convalescente para o tratamento da Covid-19 e a doação desse tipo de plasma por indivíduos vacinados contra a Covid-19.

Nesse sentido, é importante destacar que diversos trabalhos científicos têm sido publicados indicando perfil de segurança com reações adversas semelhantes às observadas com infusões de plasma para transfusão convencional e ainda sugerindo um potencial de benefício terapêutico no uso do plasma de doadores convalescentes com altos títulos de anticorpos neutralizantes contra o vírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19.

No entanto, até o presente momento, os estudos de eficácia do uso de plasma convalescente para o tratamento de pacientes com Covid-19 são preliminares, não sendo possível comprovar definitivamente a sua eficácia, carecendo de mais evidências controladas para comprovação de uso terapêutico.

Embora no Brasil os ensaios clínicos e usos experimentais com plasma convalescente (tipo de hemocomponente) não sejam passíveis de aprovação prévia pela Anvisa, a Agência orienta fortemente a realização de ensaios clínicos controlados, seguindo os requisitos de Boas Práticas Clínicas e a aprovação ética pelo sistema Cep/Conep do Ministério da Saúde.

Quando os ensaios clínicos não puderem ser realizados, considerando a emergência de saúde pública, o uso experimental do plasma convalescente deve estar sob responsabilidade médica e seguir os requisitos de Boas Práticas de Serviços de Saúde e de Segurança do Paciente.

A Nota Técnica também estabelece critérios para as pessoas que já tiveram a infecção pelo vírus Sars-CoV-2 anteriormente e agora foram vacinadas contra a Covid-19 sobre como proceder para doação de plasma convalescente, de acordo com os critérios definidos nos protocolos de pesquisa clínica ou de usos experimentais.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/atualizada-nota-tecnica-sobre-uso-de-plasma-de-doador-convalescente

Anvisa recebe protocolo de estudo da Butanvac

Anvisa recebeu nesta sexta-feira (23/4) o protocolo de estudos da vacina Butanvac, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O documento se refere ao pedido de autorização para testes de fase clínica 1 e 2 da vacina, que ainda não teve testes em humanos.

O protocolo de pesquisa é o documento que detalha questões como número de participantes previstos para o estudo, locais de condução dos estudos e resultados esperados.

O prazo de análise da Agência é de 72 horas para pedidos de pesquisa clínica que tratem de Covid-19 e que estejam completos. A equipe técnica da Anvisa já iniciou a avaliação para dar seguimento à análise de autorização do estudo.

A documentação é parte do pedido de autorização de estudo da vacina Butanvac que foi aberto na Agência no dia 26 de março, mas que ainda dependia de dados adicionais. No dia 29 de março, a Anvisa havia emitido um pedido de complementação dos dados e inclusão do protocolo de pesquisa.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-recebe-protocolo-de-estudo-da-butanvac

Organização Mundial da Saúde certifica Argélia e Argentina como livres da malária

Argélia e Argentina foram oficialmente reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da malária. A certificação é concedida quando um país prova que interrompeu a transmissão autóctone da doença por pelo menos três anos consecutivos.

Contraída por meio da picada de um mosquito infectado, a malária continua sendo uma das principais causas de mortes no mundo, com a estimativa de 219 milhões de casos e mais de 400 mil mortes relacionadas à doença em 2017. Aproximadamente 60% das mortes ocorrem entre crianças com menos de cinco anos.

A Argélia é o segundo país da Região Africana da OMS a ser oficialmente reconhecida como livre de malária, depois das Ilhas Maurício, certificadas em 1973. A Argentina é o segundo país da Região das Américas da OMS a ser certificada em 45 anos, após o Paraguai, que recebeu o status em junho de 2018.

Argélia e Argentina relataram seus últimos casos autóctones de malária em 2013 e 2010, respectivamente.

https://www.paho.org/pt/noticias/30-4-2021-organizacao-mundial-da-saude-certifica-argelia-e-argentina-como-livres-da

Adultos totalmente vacinados com 65 anos ou mais têm 94% menos probabilidade de serem hospitalizados com COVID-19

Ambas as vacinas de mRNA para COVID-19 (Pfizer-BioNTech e Moderna), autorizadas e recomendadas nos Estados Unidos, protegem contra a hospitalização relacionada a COVID-19 entre adultos com 65 anos ou mais. De acordo com uma nova avaliação do CDC, adultos totalmente vacinados com 65 anos ou mais tiveram 94% menos probabilidade de serem hospitalizados com COVID-19 do que pessoas da mesma idade que não foram vacinadas. Pessoas com 65 anos ou mais que foram parcialmente vacinadas tiveram 64% menos probabilidade de serem hospitalizadas com COVID-19 do que pessoas que não foram vacinadas. As pessoas foram consideradas “parcialmente vacinadas” duas semanas após a primeira dose da vacina de mRNA e “totalmente vacinadas” duas semanas após a segunda dose.

Estas são as primeiras descobertas nos Estados Unidos que confirmam os dados de ensaios clínicos que mostram que as vacinas de mRNA previnem a doença COVID-19 grave. Os resultados fornecem suporte adicional para a recomendação do CDC para a vacinação COVID-19 entre pessoas com 65 anos ou mais na população dos EUA sob a Autorização de Uso de Emergência (EUA) para a vacina COVID-19 aplicável, pois o risco de doença grave com COVID-19 aumenta com a idade , com adultos mais velhos em maior risco.

“Essas descobertas são uma notícia encorajadora e bem-vinda para dois terços das pessoas com 65 anos ou mais que já estão totalmente vacinadas”, disse a diretora do CDC, Rochelle P. Walensky, MD, MPH. “As vacinas COVID-19 são altamente eficazes e essas descobertas do mundo real confirmam os benefícios observados em ensaios clínicos, evitando hospitalizações entre os mais vulneráveis. Os resultados são promissores para nossas comunidades e hospitais. À medida que nossos esforços de vacinação continuam a se expandir, os pacientes com COVID-19 não sobrecarregarão os sistemas de saúde – deixando a equipe do hospital, leitos e serviços disponíveis para as pessoas que precisam deles para outras condições médicas. ”

A avaliação analisou as hospitalizações em duas redes de hospitais dos EUA, cobrindo 24 hospitais em 14 estados. A eficácia da vacina foi avaliada comparando-se as chances de vacinação contra COVID-19 entre pessoas hospitalizadas com teste positivo para o vírus que causa COVID-19 (esses eram pacientes-caso) versus aqueles com teste negativo (esses eram controles). Entre 417 participantes na avaliação, havia 187 casos-pacientes e 230 controles. Quase metade dos pacientes tinha mais de 75 anos.

Também digno de nota, embora os primeiros relatórios de Israel também documentassem a eficácia da vacinação COVID-19 no mundo real, incluindo entre adultos mais velhos, esses relatórios apenas analisaram a vacinação com a vacina Pfizer-BioNTech. Nesta avaliação do CDC, os produtos de vacina Pfizer-BioNTech e Moderna foram igualmente representados.

Como esperado, a avaliação confirmou que a vacinação não forneceu proteção às pessoas que receberam a primeira dose menos de duas semanas antes. O corpo leva duas semanas para formar uma resposta imune após a vacinação.

O CDC recomenda que todas as pessoas com 16 anos de idade ou mais na população dos EUA sob os EUA recebam a vacina COVID-19 aplicável o mais rápido possível.

https://www.cdc.gov/media/releases/2021/p0428-vaccinated-adults-less-hospitalized.html

FDA e CDC retiram a suspensão recomendada no uso da vacina COVID-19 da Johnson & Johnson (Janssen) após uma revisão completa de segurança

Após uma revisão de segurança completa, incluindo duas reuniões do Comitê Consultivo de Práticas de Imunização do CDC, a Food and Drug Administration e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, as agências determinaram que a suspensão recomendada em relação ao uso do Janssen (Johnson & Johnson) deve ser retirada e o uso da vacina deve ser retomado.

A pausa foi recomendada após relatos de seis casos de um tipo raro e grave de coágulo sanguíneo em indivíduos após a administração da vacina Janssen COVID-19. Durante a pausa, as equipes médicas e científicas do FDA e do CDC examinaram os dados disponíveis para avaliar o risco de trombose envolvendo os seios venosos cerebrais, ou CVST (grandes vasos sanguíneos no cérebro), e outros locais do corpo (incluindo, mas não se limitando para os grandes vasos sanguíneos do abdômen e as veias das pernas) junto com trombocitopenia ou baixa contagem de plaquetas no sangue. As equipes da FDA e do CDC também realizaram ampla divulgação para provedores e médicos para garantir que eles estivessem cientes do potencial para esses eventos adversos e pudessem gerenciar e reconhecer adequadamente esses eventos devido ao tratamento exclusivo necessário para esses coágulos sanguíneos e plaquetas baixas, também conhecido como síndrome de trombose-trombocitopenia (TTS).

As duas agências determinaram o seguinte:

O uso da vacina Janssen COVID-19 deve ser retomado nos Estados Unidos.

O FDA e o CDC têm confiança de que esta vacina é segura e eficaz na prevenção de COVID-19.

O FDA determinou que os dados disponíveis mostram que os benefícios conhecidos e potenciais da vacina superam seus riscos conhecidos e potenciais em indivíduos com 18 anos de idade ou mais.

No momento, os dados disponíveis sugerem que a chance de ocorrer TTS é muito baixa, mas o FDA e o CDC permanecerão vigilantes para continuar investigando esse risco.

https://www.cdc.gov/media/releases/2021/fda-cdc-lift-vaccine-use.html

OMS: os serviços de imunização começam a recuperação lenta das interrupções do COVID-19, embora milhões de crianças continuem em risco de doenças mortais

Enquanto os serviços de imunização começaram a se recuperar das interrupções causadas pelo COVID-19, milhões de crianças continuam vulneráveis ​​a doenças mortais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), UNICEF e Gavi, alertou a Aliança de Vacinas hoje durante a Semana Mundial de Imunização, destacando a necessidade urgente para um compromisso global renovado para melhorar o acesso e a absorção da vacinação.

“As vacinas nos ajudarão a acabar com a pandemia de COVID-19, mas apenas se garantirmos um acesso justo para todos os países e construirmos sistemas fortes para aplicá-las”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS. “E se quisermos evitar vários surtos de doenças potencialmente fatais, como sarampo, febre amarela e difteria, devemos garantir que os serviços de vacinação de rotina sejam protegidos em todos os países do mundo.”

Uma pesquisa da OMS descobriu que, apesar do progresso em comparação com a situação em 2020, mais de um terço dos países entrevistados (37%) ainda relatam interrupções em seus serviços de vacinação de rotina.

As campanhas de imunização em massa também são interrompidas. De acordo com novos dados, 60 dessas campanhas de salvamento estão atualmente adiadas em 50 países, colocando cerca de 228 milhões de pessoas – a maioria crianças – em risco de contrair doenças como sarampo, febre amarela e poliomielite. Mais da metade dos 50 países afetados estão na África, destacando as desigualdades prolongadas no acesso das pessoas a serviços essenciais de imunização.

https://www.who.int/news/item/26-04-2021-immunization-services-begin-slow-recovery-from-covid-19-disruptions-though-millions-of-children-remain-at-risk-from-deadly-diseases-who-unicef-gavi

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: [email protected] ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104



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