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A resistência microbiana persiste como grande preocupação e a pandemia só ampliou sua disseminação. A importância da higiene das mãos, uso criterioso de antibióticos e pesquisas para desenvolvimento de novas drogas são importantes estratégias. A gestão financeira, seja domiciliar ou de instituições é outra preocupação central, pelo impacto econômico decorrente da pandemia ou de suas medidas de controle. Abordamos as pesquisas e evidências sobre este tema, ao lado de atualização sobre a pandemia. Boa leitura.

Programação da TV CCIH de 19 a 24 de abril

Os melhores palestrantes estarão esta semana na TVCCIH de segunda a quinta com programação aberta a todos e no sábado em atividade exclusiva aos nossos alunos.

Dia 19/04. 20 h. Encontro com professores. Como gerenciar custos?

  • Conversamos com o professor João Milan sobre como gerenciar custos, tema essencial para famílias, departamentos, instituições e Estado, durante o desafio da pandemia, onde a aplicação destes fundamentos se tornam uma arte.
  • Link: https://youtu.be/6dHBGXWV04k

Dia 20/04. 20 h. SuperAção. Prevenção de infecção por microrganismos multirresistentes

  • A microbiologista Andreza Martins participou da elaboração do manual ANVISA para prevenção e controle de microrganismos multirresistentes. Neste SuperAção discutimos condutas e novidades. Moderação: Laura Czekster e Filipe Prohaska.
  • Link: https://youtu.be/MCbwo8oZP9w

Dia 21/04. 20 h. Encontro com professores. Infecção em pacientes imunocomprometidos

  • Recebemos nosso professor Claudio Stadnik para conversar sobre o desafio de diagnosticas, prevenir e tratar infecções em pacientes imunocomprometidos
  • Link: https://youtu.be/IRVTJMx1eDY

Dia 22/04. 20 h. SuperAção. Papel de lideranças durante a pandemia

  • Nos momentos desafiadores, como nesta pandemia, é que conhecemos o caráter e a importância da liderança, motivando a equipe em busca de soluções. Conversamos neste SuperAção com nosso professor Fabrizio Rosso, CEO da FatorRH sobre este importante tema. Moderação: Beatriz Grion e Filipe Prohaska
  • Link: https://youtu.be/Oo2PPZc5qfg

Dia 24/04. 9 às 12 h. Plantão MBA.

  • Em atividade exclusiva aos alunos dos nossos MBAs os professores Kazuko Graziano e Antonio Tadeu estarão de plantão para discutir suas dúvidas em CME.

ANVISA:  nota referente à decisão do STF sobre a vacina Sputnik V

A Anvisa informa que a decisão liminar do Exmo Sr Ministro do STF, Ricardo Lewandowski, cujo extrato foi publicado hoje, mantém o prazo de 30 dias para manifestação desta Agência Nacional a partir de 29 de março, nos termos da lei número 14.124 de 2021, no que se refere à importação em caráter excepcional da vacina Sputnik V por parte do Governo do Estado do Maranhão.

Caso ultrapassado o prazo, sem manifestação da Anvisa, fica o governo do Estado autorizado a importar e distribuir o imunizante.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/nota-referente-a-decisao-do-stf

Anvisa recebe embaixadores para tratar sobre vacinas

O Diretor-Presidente da Agência esteve nesta sexta-feira (9/4) com os embaixadores da Índia e da Rússia, em agendas distintas.

O objetivo dos dois encontros foi tratar questões referentes a pandemia, com foco na análise de vacinas.

Antonio Barra Torres, Diretor-Presidente da Anvisa, recebeu o Embaixador da Rússia no Brasil, Alexey Labetskiy, e esclareceu as pendências para a aprovação da vacina Sputnik V.  Barra Torres tratou sobre os pedidos de importação e de uso emergencial da vacina Sputnik V e reforçou que a Anvisa aguarda o cumprimento dos requisitos previstos na Lei nº 14.124/202 para que os pedidos possam prosseguir:

“Não há por parte da Anvisa qualquer tipo de resistência específica em relação à Sputnik V. Com a apresentação dos dados técnicos necessários, a análise será feita pelos especialistas da Agência no menor tempo possível”, afirmou Barra Torres.

Ao avaliar o pedido de importação da Sputnik V por governadores brasileiros, a Anvisa constatou que o Certificado de Registro emitido pelo Ministério da Saúde da Rússia não veio acompanhado de um relatório técnico que garanta a qualidade, segurança e eficácia da vacina.

O encontro com o embaixador da Índia, Suresh Reddy foi por videoconferência e foram discutidas formas de aproximar as agências reguladoras dos dois países para melhorar a troca de informações com relação à vacina Covaxin. A vacina do laboratório indiano Bharat Biotech teve a Certificação de Boas Práticas de Fabricação negada recentemente pela agência brasileira.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-recebe-embaixadores-para-tratar-sobre-vacinas

OPAS: escassez global de antibióticos inovadores estimula surgimento e disseminação da resistência aos medicamentos

O mundo ainda não está conseguindo desenvolver tratamentos antibacterianos necessários, apesar da crescente conscientização sobre a ameaça urgente da resistência aos antibióticos, de acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde. A OMS revela que nenhum dos 43 antibióticos que estão atualmente em desenvolvimento clínico abordam suficientemente o problema da resistência das bactérias mais perigosas do mundo aos medicamentos.

“A falha persistente em desenvolver, fabricar e distribuir novos antibióticos eficazes está alimentando ainda mais o impacto da resistência antimicrobiana e ameaça nossa capacidade de tratar infecções bacterianas com sucesso”, declarou Hanan Balkhy, diretor-geral Assistente da OMS para o tema.

Quase todos os novos antibióticos lançados no mercado nas últimas décadas são variações das classes de antibióticos descobertos na década de 1980.

O impacto da resistência antimicrobiana é mais grave em ambientes com recursos limitados e entre grupos vulneráveis, como recém-nascidos e crianças pequenas. Pneumonia bacteriana e infecções da corrente sanguínea estão entre as principais causas de mortalidade infantil (abaixo de 5 anos). Aproximadamente 30% dos neonatos com sepse morrem devido a infecções bacterianas resistentes a vários antibióticos de primeira linha.

Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/15-4-2021-escassez-global-antibioticos-inovadores-estimula-surgimento-e-disseminacao-da

OPAS conclui projeto piloto de farmacovigilância de malária no Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) encerrou nesta quarta-feira (14), no Brasil, o projeto piloto “Fortalecimento da Farmacovigilância e Adesão ao Tratamento da Malária na Região das Américas (VigilADMa)”. O país foi o primeiro a implantar e concluir a ação, desenvolvida no município de Manaus, estado do Amazonas, de novembro de 2019 a dezembro de 2020.

A malária é uma enfermidade potencialmente fatal causada por parasitos transmitidos às pessoas pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Para tratamento dessa doença, um dos medicamentos utilizados é a primaquina.

Porém, esse antimalárico possui um composto chamado 8-aminoquinolina, que causa efeitos adversos em quem tem deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD). As pessoas com esse quadro de saúde, ao tomarem a primaquina, correm risco de ter hemólise – rompimento da membrana das hemácias, que pode levar à necessidade de transfusões sanguíneas, e, até mesmo à óbito.

Por isso, a OPAS tem desenvolvido em vários países das Américas essa iniciativa de fortalecimento da farmacovigilância de malária. No Brasil, o projeto foi feito em parceria com o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) do Amazonas e a Fundação de Medicina Tropical de Manaus e Secretaria Municipal de Saúde de Manaus.

Ao todo, 1.062 pacientes foram entrevistados no questionário sobre efeitos adversos, o que permitiu identificar três pessoas com deficiência de G6PD. Em seguida, o esquema de tratamento delas foi alterado e elas puderam se curar da malária sem necessidade de transfusão de sangue ou outro agravamento do quadro.

Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/14-4-2021-opas-conclui-projeto-piloto-farmacovigilancia-malaria-no-brasil

Diretora da OPAS alerta que apenas vacinas não impedirão atual onda de COVID-19

Advertindo sobre a diminuição das entregas de vacina contra COVID-19 nas Américas, a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, chamou os países a empregarem uma “estratégia integral” não apenas de imunização, mas também de medidas de saúde pública para conter o aumento da pandemia.

“Eu não posso enfatizar isso suficientemente – para a maioria dos países, as vacinas não vão parar esta onda de pandemia”, alertou Etienne durante a coletiva de imprensa semanal da OPAS. “Simplesmente não há o suficiente delas disponíveis para proteger todos nos países em maior risco.”

“Portanto, precisamos interromper a transmissão por todos os meios possíveis com as ferramentas que temos à mão. Isso exigirá estratégias integrais para acelerar a distribuição de vacinas e controlar o vírus usando medidas de saúde pública comprovadas”, acrescentou a diretora da OPAS referindo-se ao uso de máscaras, distanciamento social e higienização das mãos.

Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/14-4-2021-diretora-da-opas-alerta-que-apenas-vacinas-nao-impedirao-atual-onda-covid-19 

Brasil inicia campanha de vacinação contra gripe

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou nesta segunda-feira (12) do lançamento da campanha de vacinação contra a gripe no Brasil. O Ministério da Saúde do país vai distribuir 80 milhões de doses da vacina influenza trivalente, produzida pelo Instituto Butantã, para imunizar um público-alvo de 79,7 milhões de pessoas. A campanha vai até o dia 9 de julho.

A representante da OPAS e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil, Socorro Gross, lembrou que o lançamento da campanha ocorre no âmbito da 19ª Semana de Vacinação nas Américas, que neste ano será realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde entre os dias 24 e 30 de abril, com o lema “As vacinas nos aproximam. Vacine-se”.

“O programa nacional de imunização do Brasil é um dos mais abrangentes que nós temos na nossa região das Américas. E não temos dúvida de que vamos atingir a meta de vacinação, não somente de influenza, mas também de todas essas vacinas que trazem vida às nossas famílias”, disse Socorro Gross.

Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/12-4-2021-brasil-inicia-campanha-vacinacao-contra-gripe

OMS: 2020 agentes antibacterianos em desenvolvimento clínico e pré-clínico: uma visão geral e análise

A revisão anual de 2020 da Organização Mundial da Saúde (OMS) dos estudos clínicos e pré-clínicos com candidatos antibacterianos avalia o potencial destas substâncias em diferentes estágios de desenvolvimento. A revisão aborda bactérias resistentes a medicamentos descritas na Lista de Patógenos Bacterianos Prioritários da OMS, como Mycobacterium tuberculosis e Clostridioides difficile.

A parte do processo clínico do relatório avalia candidatos a drogas antibacterianas em estágios de desenvolvimento clínico em todo o mundo, incluindo pequenas moléculas de ação direta, agentes biológicos e, pela primeira vez, medicamentos antibacterianos não tradicionais em andamento. Além disso, a revisão do pipeline clínico de 2020 inclui um relato estendido sobre os candidatos tradicionais na Fase 3 de desenvolvimento clínico, destacando sua potencial utilidade clínica.

A segunda parte do relatório enfoca candidatos em desenvolvimento pré-clínico em todo o mundo.

Este relatório faz parte dos esforços da OMS para priorizar e coordenar os esforços globais de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para abordar o vazio da descoberta no desenvolvimento de medicamentos antibacterianos.

Fonte: https://www.who.int/publications/i/item/9789240021303

Os benefícios de continuar a fornecer serviços para pacientes com HIV que salvam vidas superam o risco de transmissão de COVID-19 em 100 para 1

O UNAIDS e a OMS apoiaram a modelagem matemática para estabelecer os benefícios de continuar os serviços de HIV em comparação com o dano potencial da transmissão adicional de COVID-19. A análise mostra que a manutenção dos serviços de HIV evitaria entre 19 e 146 mortes relacionadas à AIDS por 10.000 pessoas ao longo de 50 anos, enquanto as mortes adicionais relacionadas ao COVID-19 por exposições relacionadas a serviços de HIV seriam de 0,002 a 0,15 por 10.000 pessoas. A análise demonstra que os benefícios de continuar a fornecer serviços de HIV durante a pandemia de COVID-19 superam em muito o risco de mortes adicionais relacionadas ao COVID-19.

O estudo analisou as interrupções em quatro serviços principais de HIV: circuncisão médica masculina voluntária, teste de diagnóstico de HIV, teste de carga viral e programas para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho. Ele comparou as mortes de COVID-19 em 2020 e 2021 entre profissionais de saúde e clientes devido à manutenção dos serviços de HIV abertos com mortes relacionadas à AIDS evitadas ocorrendo agora e nos próximos 50 anos devido à manutenção dos serviços. Os modelos foram aplicados a países com uma variedade de epidemias de HIV e COVID-19.

Fonte: https://www.who.int/news/item/13-04-2021-benefits-of-continuing-to-provide-life-saving-hiv-services-outweigh-the-risk-of-covid-19-transmission-by-100-to-1

Declaração conjunta do CDC e do FDA sobre a vacina COVID-19 da Johnson & Johnson

Desde 12 de abril, mais de 6,8 milhões de doses da vacina Johnson & Johnson (Janssen) foram administradas nos EUA. O CDC e o FDA estão revisando dados envolvendo seis casos relatados nos EUA de um tipo raro e grave de coágulo sanguíneo em indivíduos após receber o Vacina J&J. Nestes casos, um tipo de coágulo sanguíneo denominado trombose do seio venoso cerebral (CVST) foi observado em combinação com níveis baixos de plaquetas sanguíneas (trombocitopenia). Todos os seis casos ocorreram entre mulheres com idades entre 18 e 48 anos, e os sintomas ocorreram 6 a 13 dias após a vacinação. O tratamento desse tipo específico de coágulo sanguíneo é diferente do tratamento que normalmente pode ser administrado. Normalmente, um anticoagulante chamado heparina é usado para tratar coágulos sanguíneos. Nesse cenário, a administração de heparina pode ser perigosa e tratamentos alternativos precisam ser administrados.

O CDC irá convocar uma reunião do Comitê Consultivo em Práticas de Imunização (ACIP) na quarta-feira para revisar esses casos e avaliar sua importância potencial. O FDA revisará essa análise, pois também investiga esses casos. Até que esse processo seja concluído, estamos recomendando uma pausa no uso desta vacina por muita cautela. Isso é importante, em parte, para garantir que a comunidade de profissionais de saúde esteja ciente do potencial para esses eventos adversos e possa planejar o reconhecimento e o manejo adequados devido ao tratamento exclusivo necessário com esse tipo de coágulo sanguíneo.

No momento, esses eventos adversos parecem ser extremamente raros. A segurança da vacina COVID-19 é uma das principais prioridades do governo federal, e levamos muito a sério todas as notificações de problemas de saúde após a vacinação COVID-19. Pessoas que receberam a vacina J&J que desenvolveram forte dor de cabeça, dor abdominal, dor nas pernas ou falta de ar dentro de três semanas após a vacinação devem entrar em contato com seu médico.

Fonte: https://www.cdc.gov/media/releases/2021/s0413-JJ-vaccine.html

Percepções dos profissionais de saúde e aceitação de um sistema de lembrete eletrônico para higiene das mãos

A higiene das mãos tem papel central e pode inclusive ser considerada como a intervenção mais importante para a diminuir a incidência de Infecções por meio da interrupção da cadeia de transmissão dos microrganismos no ambiente de cuidados a saúde. O objetivo do estudo foi investigar a percepção dos profissionais de saúde sobre a prevenção de infecções na organização de saúde e a percepção – e aceitação – de um sistema eletrônico que visa incentivar a higiene das mãos.

Fonte: https://www.ccih.med.br/percepcoes-dos-profissionais-de-saude-e-aceitacao-de-um-sistema-de-lembrete-eletronico-para-higiene-das-maos/

Impacto de infecções adquiridas em hospitais na mortalidade durante um ano pós-transplante em pacientes pediátricos com transplante de medula óssea

Crianças submetidas a transplante de células-tronco hematopoiéticas (hematopoietic stem cell transplant – HSCT) são propensas a infecções, especialmente quando hospitalizadas para o transplante ou atendimento médico adicional. O estudo foi conduzido com o intuito de avaliar a carga e o impacto das infecções adquiridas em hospitais (HAIS) no risco de mortalidade em pacientes pediátricos de HSCT. Os achados sugerem que a prevenção de CLABSIs e infecções respiratórias por adenovírus são cruciais para melhorar a sobrevida de 1 ano entre pacientes pediátricos de TCTH.

Fonte: https://www.ccih.med.br/impacto-de-infeccoes-adquiridas-em-hospitais-na-mortalidade-durante-um-ano-pos-transplante-em-pacientes-pediatricos-com-transplante-de-medula-ossea/

Gestão de resíduos em salas de cirurgia de um hospital italiano: um estudo observacional

Todos os dias muitos resíduos são produzidos no ambiente hospitalar e particularmente nas salas de cirurgia. A segregação inapropriada está diretamente relacionada a um aumento nos custos de descarte e a perda de recursos potencialmente recicláveis, representando, portanto, um problema ambiental e econômico. O estudo teve como objetivo examinar a segregação de resíduos por profissionais de saúde – médicos ou não – em salas de cirurgia de um hospital público de cuidados terciários na região de Piedmont na Itália

Fonte: https://www.ccih.med.br/gestao-de-residuos-em-salas-de-cirurgia-de-um-hospital-italiano-um-estudo-observacional/

Fatores sócio demográficos associados às taxas de infecção de sítio cirúrgico em hospitais do interior do Estado de São Paulo

O estudo visou avaliar os preditores espaciais e sociodemográficos das taxas de SSI de hospitais no interior do estado de São Paulo. Foram coletados dados de casos de SSI reportados e os números totais de cirurgias relatadas por hospitais ao Programa para Controle de Infecção do estado de São Paulo (SPPIC). Possíveis razões para os resultados incluem, mas não se limitam a deficiência de recursos técnicos e humanos, maior severidade do quadro de pacientes atendidos em hospitais públicos; os autores citam ainda a possível associação entre privação social e maior risco individual de SSI.

Fonte: https://www.ccih.med.br/fatores-sociodemograficos-associados-as-taxas-de-infeccao-de-sitio-cirurgico-em-hospitais-do-interior-do-estado-de-sao-paulo/

Identificação precoce e gerenciamento ideal de infecção gram-negativa resistente a carbapenem

Resistencia antimicrobiana tem aumentado significativamente nos últimos anos. A OMS e outras instituições de peso tem buscado a ação coordenada entre setores governamentais e sociedade e para além das fronteiras nacionais que seja minimizada a emergência e disseminação de resistência antimicrobiana a nível mundial. O objetivo da enquete foi caracterizar as atitudes dos profissionais de saúde da UE frente as questões relacionadas identificação precoce de infecção por patógenos resistentes a carbapenem e o gerenciamento ideal dos pacientes afetados; de forma a permitir a oferta de recomendações informadas para o gerenciamento dessa crescente ameaça.

Fonte: https://www.ccih.med.br/identificacao-precoce-e-gerenciamento-ideal-de-infeccao-gram-negativa-resistente-a-carbapenem/

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: [email protected] ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104



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