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A fome mundial passou por um agravamento dramático em 2020, é o que destacam as Nações Unidas hoje –e provavelmente, o aumento está relacionado às consequências da COVID-19. Embora o impacto da pandemia ainda não tenha sido totalmente mapeado, o relatório O Estado da Insegurança Alimentar e Nutrição no Mundo (SOFI) 2021, construído através do esforço de várias agências das Nações Unidas, estima que cerca de um décimo da população global –até 811 milhões de pessoas– estava subalimentada no ano passado. O número sugere que será necessário um grande esforço para o mundo honrar sua promessa de acabar com a fome até 2030.

No geral, mais de 2,3 bilhões de pessoas (ou 30% da população global) não tinham acesso a alimentação adequada durante todo o ano de 2020: este indicador –conhecido como prevalência de insegurança alimentar moderada ou grave– saltou em um ano tanto quanto nos cinco anteriores combinados. A desigualdade de gênero se aprofundou: para cada 10 homens com insegurança alimentar, havia 11 mulheres com insegurança alimentar em 2020 (de 10,6 em 2019).

Três bilhões de adultos e crianças permaneceram excluídos de dietas saudáveis, em grande parte devido aos custos excessivos. Quase um terço das mulheres em idade reprodutiva sofre de anemia. Globalmente, apesar do progresso em algumas áreas –mais bebês, por exemplo, estão sendo alimentados exclusivamente com leite materno –o mundo não está a caminho de atingir as metas de nenhum indicador nutricional até 2030.

Confira a matéria na íntegra em: https://www.paho.org/pt/noticias/12-7-2021-sofi-2021-relatorio-da-onu-destaca-os-impactos-da-pandemia-no-aumento-da-fome-no

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

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